Boletim de Indústria Animal http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia <p align="center"><img src="/bia/public/site/images/fprado/download2.jpg" alt=""></p> <p align="justify"><span style="font-size: medium; font-family: 'book antiqua';">O Boletim de Indústria Animal-BIA é uma revista científica de produção animal e áreas afins, de publicação contínua de acesso livre, on-line, editado pelo Instituto de Zootecnia, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O BIA tem por objetivo publicar artigos científicos originais em português e inglês, que contribuam para o desenvolvimento da produção animal, nas áreas de Aquicultura, Etologia e Ambiência, Forragicultura e Pastagens, Genética, Melhoramento Animal, Métodos Quantitativos e Economia, Nutrição Animal, Qualidade de Produtos de Origem Animal, Reprodução Animal, Sanidade Animal, e Sistemas de Produção e Agronegócios. Os manuscritos enviados ao Boletim de Indústria Animal devem ser inéditos e não podem ser publicados ou submetidos à publicação em outro meio de divulgação simultaneamente, com exceção de anais de congresso. O BIA publica artigos científicos. O conteúdo dos manuscritos submetidos à publicação no BIA é de responsabilidade exclusiva de seu(s) autor(es)</span><strong style="font-size: medium; font-family: 'book antiqua';"><em>.</em></strong></p> Instituto de Zootecnia pt-BR Boletim de Indústria Animal 1981-4100 <p align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos, pois devem abrir mão de seus direitos autorais em favor deste periódico. Por outro lado, os autores ficam autorizados a publicar seus artigos, simultaneamente, em repositórios da instituição de sua origem, desde que citada a fonte da publicação original seja Boletim de Indústria Animal. A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos autores. Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos autores, quando necessário. Nesses casos, os artigos, depois de adequados, deverão ser submetidos a nova apreciação. As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade. Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (CC-BY-NC). A condição BY implica que os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados com base em que só se dão o autor ou licenciante os créditos na forma especificada por estes. A cláusula NC significa que os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados com base apenas para fins não comerciais.</span></p> Efeito de aplicação do hormônio hcg em machos de diferentes variedades de tilápia do Nilo Oreochromis Niloticus http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1436 <p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Este trabalho tem como objetivo avaliar o efeito do horário de aplicação da gonadotrofina coriônica humana (hCG), sobre os parâmetros reprodutivos de 40 machos das variedades de tilápias do Nilo GIFT e UFLA. O experimento foi conduzido no Laboratório de Recirculação de Água da Estação de Piscicultura, do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras - MG. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 4 (duas variedades e quatro horários de aplicação do hCG) com cinco repetições. Foram utilizados 20 machos da variedade GIFT e 20 machos da variedade UFLA, microchipados e alojados em um sistema de recirculação de água. Os horários foram 6, 12, 18 e 24 horas. A dosagem de hCG foi realizada em dose única. Foram analisadas as variáveis: taxa e duração da motilidade espermática, morfologia espermática, volume de sêmen e a concentração de espermatozoides do sêmen. Os dados obtidos foram submetidos à análise da variância e as médias foram comparadas pelo teste SNK a 5% de significância. O horário de aplicação e a variedade utilizada nao influenciaram as variáveis analisadas, porém a variedade UFLA apresentou um maior número de animais que espermiaram. A concentração apresentou uma media de 5,73 x 105 espermatozoide/mL para a variedade UFLA e 4,71 x 105 espermatozoide/mL para a variedade GIFT. O volume de sêmen encontrado para a GIFT foi de 0,9 mL enquanto para a UFLA foi de 0,6 mL. A motilidade espermática encontrada foi de 96,5% com duração de 4,33 minutos para a variedade UFLA e 88,4% com duração de 4,8 minutos para variedade GIFT. A quantidade de células espermáticas normais apresentou uma média de 86,35% para a variedade UFLA e 86,46% para a variedade GIFT. A indução com hCG em diferentes horários de aplicação não apresentou diferença significativa sobre os parâmetros de qualidade espermática dos machos de tilápia.</span></p> C. C. V. Melo U. N. Souza V. O. Felizardo R. V. Reis Neto M. R. F. Machado ##submission.copyrightStatement## http://www.iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia 2018-03-30 2018-03-30 75 1 8 Conforto térmico de ovinos da raça Santa Inês confinados com dietas contendo três níveis de inclusão de concentrado http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1471 <p align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Objetivou-se avaliar o conforto térmico de ovinos confinados recebendo dietas com a inclusão de três níveis de concentrado. Foram utilizados 15 animais machos, da raça Santa Inês, peso médio 17±3,32 kg e idades entre 4 meses e 1 ano,&nbsp; recebendo três níveis de inclusão de concentrado (20, 40 e 60%). Foram determinadas as variáveis ambientais (temperatura do ar (TA), temperatura máxima (Tmáx) e mínima (Tmín), umidade relativa do ar (UR) e velocidade do vento (VV)) e os&nbsp; parâmetros fisiológicos (frequência respiratória (FR), temperatura retal (TR) e superficial (TS)) às 8:00, 12:00, 14:00 e 17:00 h. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados arranjados em parcelas subdivididas, utilizando análise de&nbsp; regressão para TA, Tmáx, Tmín, UR e VV, contrastes ortogonais para desdobramentos da interações e teste Tukey para análise das médias das variáveis FR, TR e TS. A inclusão de concentrado na dieta de ovinos acima de 20% afetou o conforto térmico dos animais nas condições ambientais apresentadas. </span></p> J. O. Borges A. P. V. Silva R. A. Carvalho ##submission.copyrightStatement## 2018-07-10 2018-07-10 75 10.17523/bia.2018.v75.e1410 Atributos químicos e físicos de um latossolo em diferentes sistemas integrados de produção agropecuária http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1444 <p>Com o grande destaque dado para as mudanças climáticas nas últimas décadas, a busca por sistemas de cultivo sustentáveis e equilibrados tem crescido junto com a busca pela conservação do solo e redução do uso de insumos agrícolas inorgânicos. À vista disso, este trabalho teve como objetivo estudar a influência de diferentes culturas consorciadas e em sucessão nos atributos físico-químicos de um Latossolo argiloso em condições de Cerrado. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados em esquema fatorial 2 x 2 x 2 e com quatro repetições: semeadura de milho em espaçamento de 0,45 m ou 0,90 m, consorciado com capim-xaraés ou capim-tanzânia, seguido da manutenção da pastagem das forrageiras na área adubadas ou não com 250 kg/ha de N (parcelados em 5 aplicações), e sucedido por soja. Foram determinados os atributos químicos e físicos do solo, resistência mecânica à penetração, umidade gravimétrica e estoque de carbono do solo em quatro épocas: antes da instalação dos consórcios, após a colheita do milho, após a dessecação das pastagens e após a colheita da soja. As parcelas com maior produtividade de matéria seca foram as que resultaram em aumento no teor de matéria orgânica e estoque de carbono do solo e maior ciclagem de nutrientes das camadas mais profundas. Não houve influência do espaçamento do milho nos atributos físicos e químicos do solo. O uso de diferentes espécies simultaneamente na área resulta em redução na resistência mecânica a penetração e aumento da porosidade do solo pelo crescimento diferenciado das raízes.&nbsp;</p> J. P. Ferreira M. Andreotti I. M. Pascoaloto N. R. Costa J. G. Augusto ##submission.copyrightStatement## http://www.iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia 2018-07-10 2018-07-10 75 Massa de forragem e características morfológicas de gramíneas do gênero Brachiaria na região do Arenito Caiuá/PR http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1446 <p align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Na região Noroeste do Paraná, assim como em boa parte do Brasil, as espécies forrageiras mais utilizadas são as gramíneas do gênero Brachiaria, com destaque para a Brachiaria brizantha cv. Marandu. Contudo, existem novas cultivares que precisam ser avaliadas. O objetivo deste estudo foi avaliar a massa de forragem, características morfológicas e alturas de manejo (95% interceptação luminosa do dossel) de cinco cultivares de Brachiaria brizantha (Marandu, Xaraés, Piatã, Paiaguás e MG-4) e a Brachiaria híbrida Convert HD 364. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado, com seis tratamentos e quatro repetições. Foram avaliados a altura e interceptação luminosa do dossel, massa de forragem e composição morfológica das plantas. As cultivares Xaraés, Paiaguás e MG-4 destacaram-se pela maior massa de forragem total e de folhas, particularmente na época seca, e são boas alternativas para a cultivar Marandu. . A altura do dossel forrageiro de entrada preconizada para as cultivares Marandu e Piatã está em torno de 25 cm, para Xaraés e MG- 30 cm, Paiaguás 34 cm, e Convert 23 cm.</span></p> K. F. Gobbi S. M. B. Lugão V. Bett J. J. S. Abrahão A. A. K. Tacaiama ##submission.copyrightStatement## http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/index 2018-07-12 2018-07-12 75 10.17523/bia.2018.v75.e1407 Produção de forragem, morfogênese e eficiência agronômica do adubo em capim BRS Quênia sob doses de nitrogênio http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1472 <p style="text-align: justify;">A adubação nitrogenada modifica os padrões morfogênicos de crescimento das forrageiras. Logo, estudos sobre a resposta de plantas recém lançadas, como a capim BRS Quênia, à adubação podem contribuir sobremaneira com a recomendação estratégias de manejo e doses mais apropriadas do adubo.&nbsp; Objetivou-se com este trabalho avaliar a alocação de biomassa aérea e radicular, resposta morfogênica e a eficiência agronômica da adubação em plantas de <em>Panicum maximum</em> cv. BRS Quênia, sem adubação e adubadas com 50, 100 e 200 mg.dm<sup>-3</sup> de nitrogênio. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições. As proporções de folha foram maiores que as proporções de colmo, independentemente da adubação nitrogenada. Houve maiores incrementos na produção de parte aérea em detrimento a produção de raiz. O aumento da adubação implicou em menor intervalo entre o surgimento das folhas do capim BRS Quênia, bem como aumentou o número de perfilhos por planta.&nbsp; A medida que se incrementa a adubação nitrogenada há diminuição da eficiência de uso do adubo. A adubação nitrogenada influencia positivamente a produção de forragem em plantas de <em>Panicum maximum</em> BRS Quênia e, independentemente da dose de adubação nitrogenada, a parte aérea funciona como principal dreno de nitrogênio.</p> J. A. Martuscello Y. N. Ribeiro T. G. S. Braz M. R. Ferreira J. A. Assis L. Jank G. A. Reis ##submission.copyrightStatement## 2018-07-10 2018-07-10 75 10.17523/bia.2018.v75.e1411 Concentrações de hidróxido de sódio nas soluções de destilação do método de Kjeldahl sobre a quantificação do nitrogênio total http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1438 <p align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Objetivou-se avaliar os efeitos das concentrações de hidróxido de sódio na etapa de destilação sobre os teores de nitrogênio (N) total obtidos pelo método de Kjeldahl em diferentes materiais. Foram utilizadas oito amostras de diferentes materiais, sendo quatro amostras com baixo teor de N (cana-de-açúcar in natura, fezes bovinas, milho grão e silagem de milho) e quatro amostras com alto teor de N (carcaça ovina, caseína, farelo de girassol e farelo de soja). Adicionalmente, foram avaliadas dois padrões com conteúdo conhecido de N (HCl-Lisina e sulfato de amônio). O período experimental foi de nove dias, em que cada grupo de amostras (padrões e amostras de baixo e alto teor de N) foi analisado durante três dias consecutivos (baterias de análise). Avaliaram se quatro concentrações de hidróxido de sódio na etapa de destilação: 300, 400, 500 e 600 g/L. Os padrões foram avaliados separadamente em termos de recuperação de N em modelo incluindo o efeito xo de concentração de hidróxido de sódio e o efeito aleatório de bateria de análise. As amostras de alto e baixo teor de N foram avaliadas separadamente em modelo incluindo o efeito fixo de concentração de hidróxido de sódio e os efeitos aleatórios de bateria de análise, amostras e interação amostra × concentração de hidróxido de sódio. Verificou-se recuperação completa de N para os padrões (P&gt;0,01). Não houve efeito de amostra, bem como interação amostra e concentração de hidróxido de sódio sobre a concentração de N nos diferentes materiais (P&gt;0,01). Não foram verificados efeitos das concentrações de hidróxido de sódio sobre os teores de N dos materiais de alto e baixo nitrogênio (P&gt;0,01). A variação na concentração de hidróxido de sódio não afetou a repetibilidade dos resultados. Conclui-se que concentrações de hidróxido de sódio de 300 a 600 g/L na solução empregada na etapa de destilação do método de Kjeldahl propiciam recuperação completa do N com padrão de precisão similar. Assim, considerando-se aspectos não técnicos, recomenda-se a utilização de solução com concentração de 300 g/L devido ao menor custo com reagentes.</span></p> A. N. Rodrigues T. E. Silva E. Detmann ##submission.copyrightStatement## http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/index 2018-07-10 2018-07-10 75 Complexo enzimático à base de xilanase, β-glucanase e fitase em rações para poedeiras comerciais leves em pico de produção http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1440 <p>Objetivou-se avaliar a suplementação de um complexo enzimático à base de xilanase, β- lucanase e fitase em rações para poedeiras comerciais leves em pico de produção de ovos sobre o desempenho e classificação dos ovos. Foram utilizadas 288 poedeiras, com idade inicial de 25 semanas, da linhagem Hy-Line W36, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado em esquema de parcelas subdivididas no tempo, com quatro tratamentos e seis repetições de 12 aves cada em quatro períodos de 21 dias. As rações experimentais foram formuladas à base de milho e farelo de soja: Ração CP - controle positivo (100% energia metabolizável recomendada, sem enzimas), Ração CN - controle negativo, constituído por reduções em 75 kcal de energia metabolizável/kg de MS; 0,12 pontos percentuais (pp) de Ca e de P disponível, Ração CN + 60 g/t de complexo enzimático e Ração CN + 100 g/t de complexo enzimático. O complexo enzimático foi à base de: xilanase = 12.000 u/g; β-glucanase = 2.500 u/g e fitase = 5.000 FTU/g. As variáveis avaliadas foram: produção média de ovos (% ovos/ave/dia), peso médio dos ovos (g), consumo médio de ração (g/ave/dia), conversão alimentar por massa de ovos (g/g) e classificação dos ovos de acordo com o peso. Não houve interação entre os tratamentos e os períodos de avaliação (P&gt;0,05). É possível observar que a produção de ovos foi influenciada pelas reduções nutricionais das rações e a inclusão de 100 g/t do complexo enzimático possibilitou a recuperação na taxa de produção de ovos, igualando às poedeiras do tratamento controle positivo (P&lt;0,01). O consumo de ração foi 1,5% maior (P&lt;0,05) para as aves que receberam 100 g/t de complexo enzimático em comparação as poedeiras alimentadas com ração sem adição de complexo enzimático (CN) (98,66 vs 97,20 g/ave/dia). O peso dos ovos respondeu (P&lt;0,01) as reduções nutricionais das rações, sendo mais leves no tratamento CN, mas com recuperação ao se adicionar 100 g/t de complexo enzimático (58,46 vs 59,29 g). A conversão alimentar foi 2,3% pior (P&lt;0,05) para as poedeiras que receberam a ração com adição de 60 g/t do complexo enzimático em relação à ração controle (1,75 vs 1,71), em decorrência, principalmente, da menor produção de ovos verificada. Recomenda-se o uso de 100 g/t do complexo enzimático a base de xilanase, β-glucanase e fitase para rações formuladas com reduções nutricionais de 75 kcal de energia metabolizável/kg de MS, 0,12 pp de cálcio e 0,12 pp de fósforo disponível, para poedeiras comerciais leves em pico de produção de ovos com objetivo de maximizar o desempenho e melhorar a classificação dos ovos produzidos</p> M. T. Abreu E. J. Fassani M. M. B. M. Silveira M. P. Viveiros ##submission.copyrightStatement## http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/index 2018-04-30 2018-04-30 75 Rendimento produtivo e viabilidade econômica de fenos de forrageiras em rações para frangos pescoço pelado http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1441 <p align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Com o objetivo de avaliar a resposta produtiva e a viabilidade econômica de rações com inclusão de fenos de forrageiras alternativas para aves em sistema semiintensivo, realizou-se o ensaio de desempenho, onde 600 aves da linhagem Label Rouge foram distribuídas em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e seis repetições de vinte aves cada. A ração controle (RCO) foi formulada com milho grão e farelo de soja e utilizada como referência para a inclusão de fenos de forrageiras, sendo 20% pelos fenos de Flor de Seda (Calotropis procera) (RFS), Maniva de Mandioca (Manihot esculenta) (RMM), Mata Pasto (Senna obtusifolia) (RMP) ou Leucena (Leucaena leucocephala) (RLE). As médias para consumo de ração RCO, RMM, RFS, RMP e RLE foram de 0,1050; 0,1470; 0,0888; 0,1411 e 0,1441 kg/ave/dia, respectivamente; e os custos das rações foram 1,489; 1,209; 1,189; 1,179 e 1,249 (R$/kg), respectivamente; assim, o custo total com alimentação no período de 84 dias de semiconfinamento das aves para cada ração foi de 1.950,67; 1.790,70; 1.061,90; 1.676,04 e 1.813,60 (R$ reais), respectivamente. Esses resultados demonstraram uma queda relativa no custo com alimentação com a inclusão dos fenos das forrageiras alternativas nas rações, mas ao avaliar o desempenho produtivo em ganho de peso e rendimento de carcaça das aves, a receita total foi menor em cada uma das rações com os fenos de forrageiras, e assim, os índices de eficiência econômica e custo médio foram melhores com a ração RCO, entretanto, a RMM apresentou rentabilidade superior às outras rações com fenos.</span></p> R. T. V. Fernandes A. M. V. Arruda A. S. Melo D. R. Fernandes ##submission.copyrightStatement## http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/index 2018-04-30 2018-04-30 75 Viabilidade técnica e econômica do uso de diferentes níveis de grãos secos de destilaria com solúveis (Zea Mays L.) em borregas terminadas em confinamento http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1442 <p align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Avaliou-se a viabilidade da utilização de rações contendo diferentes níveis de grãos secos de destilaria com solúveis - GSDS (0, 8, 16 e 24%) em borregas confinadas. As rações continham 65% de volumoso (silagem de milho) e 35% de concentrado (grão de milho moído, farelo de soja, grãos secos de destilaria com solúveis e ureia). Foram utilizadas 16 borregas sem raça definida, com peso corporal (PC) inicial de 23,8 ± 1,5 kg, confinadas por 75 dias. Foi utilizado delineamento experimental inteiramente casualizados com quatro tratamentos. Os dados de consumo MS e ganho médio diário (GMD) das borregas alimentadas com os diferentes tratamentos foram submetidos à análise de variância e as diferenças obtidas foram analisadas por equação de regressão a 5% de significância. Os diferentes níveis de GSDS não alteraram o GMD das cordeiras em confinamento. Pela simulação técnica econômica, a diferença obtida no valor da receita total por carcaça das borregas foi de R$ 26,93 a mais para a ração a base de 16% de GSDS em relação à ração com 0% de GSDS. Além disso, a ração com 24% de GSDS apresentou um valor de R$ 5,67 a menos em relação à ração com 0% de GSDS. Foi verificado que as borregas alimentadas com os diferentes níveis de GSDS apresentaram uma receita de R$ 18,00 kg/carcaça, o que proporcionou uma diferença de R$ 2.693,00 na receita total entre as rações contendo 16 e 0% de GSDS para um módulo de 100 animais. A diferença do valor da receita total foi reflexo do maior peso da carcaça quente de 11,4% para a ração com 16% GSDS em relação à com 0% GSDS. A ração com 16% de GSDS apresentou um custo de R$ 1,48/kg menor em relação à ração com 0% de GSDS. Além disso, a ração com 16% de GSDS apresentou receita líquida total de 98,7% maior em relação à ração com 0% de GSDS. O grão seco de destilaria com solúveis pode ser inserido na dieta de borregas em terminação em até 24% da ração total sem alterar o desempenho animal, e ao considerar a simulação econômica a utilização de 16% de inclusão de GSDS apresenta maior lucratividade.</span></p> L. J. V. Geron A. L. Souza A. M. Zanine M. A. P. Pierangeli D. J. Ferreira E. L. Sousa Neto E. J. H. Paula L. C. Diniz I. S. Santos S. F. Zanin ##submission.copyrightStatement## http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/index 2018-04-30 2018-04-30 75 Avaliação de resistência e susceptibilidade a nematódeos gastrintestinais em ovelhas a pasto http://iz.agricultura.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1443 <p align="justify"><span style="font-size: 1.4em; font-family: 'book antiqua';">Objetivou-se identificar matrizes mestiças Dorper X Santa Inês resistentes, resilientes e susceptíveis a endoparasitoses sob regime de pastejo. O experimento foi realizado na Fazenda Lanila Agropecuária, localizada no município de Ceará Mirim- RN. O período experimental foi de onze de abril de 2016 ao dia vinte e dois de agosto de 2016. No decorrer desses quatro meses foram realizadas nove coletas. Foram utilizadas 111 matrizes ovinas, os dados coletados dos animais foram: peso vivo (Kg), avaliação do escore de condição corporal (ECC), avaliação do grau de Famacha© (FAM), contagem de ovos por gramas de fezes (OPG), identificação das larvas infectantes (coprocultura), avaliação de parâmetros hematológicos (EOS, eosinófilos; RBC, contagem de eritrócitos; HGB, hemoglobina; HCT, hematócrito). Na coprocultura a prevalência foi de 97% de Haemonchus contortus. Os animais classificados como resistentes apresentaram maior peso e não houve diferença significativa para a variável ECC. Já nos susceptíveis foi observado maior grau de Famacha© e contagem de OPG. O OPG apresentou correlação com as variáveis RBC, HGB e HCT e com a maior parte das variáveis, acompanhado também pelo grau de Famacha©. Não foi observado correlação entre OPG e o FAM. Foi possível avaliar a resistência e susceptibilidade a endoparasitas em ovelhas Santa Inês x Dorper em regime a pasto, sendo a maioria classificada como susceptível (64%), seguido dos animais resistentes (34%).</span></p> F. F. S. Roberto V. Lima Junior A. L. C. Gurgel W. A. Saraiva Y. M. O. Silva L. R. C. Silva L. A. C. Silva A. C. Teixeira ##submission.copyrightStatement## http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/index 2018-04-30 2018-04-30 75