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Bulletin of Animal Husbandry
Volume: 43 - Número: 2 - Pg: 359-366 - Ano: 1986


Autores
F. R. A. P. de oliveira, J. F. de S. Leão, C. Augusto, L. R. A. de Toledo, F.Gaceck


Incidência da perda precoce da prenhez em éguas da raça mangalarga
Resumo

Foi analisada a ocorrência da perda precoce da prenhez (PPP) durante dezesseis estações de cobertura, em éguas da raça mangalarga mantidas no Posto de Eqüideocultura de Colina, SP. Como PPP é considerada a perda de gestação iniciada e reconhecida no primeiro exame clínico retal, feito em torno da quarta semana após o último salto, mas não confirmada em um segundo teste clínico, aos sessenta a setenta dias da última cobertura. Foram trabalhadas 446 éguas, das quais 352 (78,9%) tiveram gestações diagnosticadas no primeiro exame retal, sendo 25 (7,1%) interrompidas pela PPP, cuja incidência entre não lactantes foi de 6,4% e entre lactantes, de 7,9%. A análise estatística feita pelo método do qui-quadrado, não indicou diferença entre os valores (P < 0,05). Os autores comentam a elevada ocorrência da PPP entre potras de primeira gestação (50%), especulando que coberturas das com idade média de 36 mêses, com maturidade reprodutiva eventualmente incompleta, podem contribuir para aumento da incidência.


Premature loss of pregnancy on Mangalarga mares
Abstract

Premature loss of pregnancy (PLP) was studied during sixteen breeding seasons of the Mangalarga mares of the Posto de Eqüideocultura de Colina, State os São Paulo, Brazil. Premature loss of pregnancy was defined as the losses occurring between the fourth and eight week past the last stallion service. During the experimental period 446 mares were studied and 352 (78.9%) of them were pregnant at the first rectal palpation exam four week after the last breeding service. Twenty five (7.1%) of them presented PLP, the incidence of PLP among the non lactating mares was 6.4% and for the lactating mares this value was 7.9%, statistical analysis by the Qui-square test showed that these values were not different (P < 0.05). The mares that concieved for the first time showed high incidence of PLP (50%). Considering that these mares were 36 months old, the authors believe that they may have not been fully developed concerning their reproductive tract and that this fact concurred for the high PLP value.


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